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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Como aumentar o pênis?

Essa é uma pergunta frequente que recebo. Acho interessante alguns leitores me perguntarem isso. É uma preocupação constante masculina que na realidade não reflete para as mulheres. A maioria das mulheres não gostam de pênis gigante, grande demais...incomoda muito no sexo vaginal e piora muuuuito as probabilidades da pratica do sexo anal.

Pênis grande é algo muito explorado na indústria pornô. Acabou virando lenda urbana .

Não adianta aumentar seu pênis se você não faz preliminares legais. O tamanho do pênis não está relacionado com o prazer.

Nunca, tome remédios que sem que seu médico desconheça só porque fulano falou que é bom, ou cicrano disse que realmente funciona. Cuidado com sua saúde e com sua vida!!!

"O aumento do pênis é muitas vezes um dos objetivos de homens insatisfeitos com o tamanho do seu pênis. De maneira geral, quando existe uma percepção da necessidade do aumento do pênis, conselho médico deve ser obtido, em vez do auto tratamento. Julga-se que a maioria dos auto tratamentos são ineficientes e/ou perigosos. Já foram relatados diversos casos em que o aumento do pênis através de anúncios de jornal e revistas tiveram resultados desastrosos.CUIDADO! Por isso aconselha-se uma ida ao seu médico que o encaminhará para um especialista. Entre as técnicas existentes, podem-se citar a injecção de biomateriais e também cirurgias , como a cirurgia do ligamento suspensor para aumento no comprimento do pênis." (Wikipédia)

Caso você tenha um complexo muuuito grande, marque horário com um cirurgião plástico, converse tire todas as dúvidas. Nada melhor que um profissional capacitado para te informar sobre o "real aumento".




sábado, 19 de dezembro de 2009

Libido

Libido (do latim, significando "desejo" ou "anseio") é caracterizada como a energia aproveitável para os instintos de vida. De acordo com Freud, o ser humano apresenta uma fonte de energia separada para cada um dos instintos gerais.

"Sua produção, aumento ou diminuição, distribuição e deslocamento devem propiciar-nos possibilidades de explicar os fenômenos psicossexuais observados" (1905a, livro 2, p. 113 na ed. bras.)

A libido apresenta uma característica importante que é a sua mobilidade, ou a facilidade de alternar entre uma área de atenção para outra.

No campo do desejo sexual está vinculada a aspectos emocionais e psicológicos.

Santo Agostinho foi o primeiro a distinguir três tipos de desejos: a libido sciendi, desejo de conhecimento, a libido sentiendi, desejo sensual em sentido mais amplo, e a libido dominendi, desejo de dominar.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A mulher que passa - Vinicius de Moraes

Meu Deus, eu quero a mulher que passa.
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!

Oh! Como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pêlos são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.

Meu Deus, eu quero a mulher que passa!

Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontravas se te perdias?
Por que não voltas, mulher que passas?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida
Para o que sofro não ser desgraça?

Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
No santo nome do teu martírio
Do teu martírio que nunca cessa
Meu Deus, eu quero, quero depressa
A minha amada mulher que passa!

Que fica e passa, que pacifica
Que é tanto pura como devassa
Que bóia leve como cortiça
E tem raízes como a fumaça.

domingo, 13 de dezembro de 2009

A história de O- (Trecho) - Pauline Réage


(...) Com os braços estendidos e os olhos fechados, ela apoiou a cabeça e o busto no sofá. Então uma imagem que tinha visto há alguns anos a atravessou. Era uma curiosa estampa que representava uma mulher de joelhos como ela, diante de uma poltrona, numa sala ladrilhada. Uma criança e um cachorro brincavam a um canto, as saias da mulher estavam levantadas, e um homem de pé, bem perto, levantava sobre ela um punhado de varas. Todos usavam roupas do fim do século XVI e a estampa tinha o título que lhe parecera revoltante: A correção familiar. René com uma das mãos segurou seus pulsos enquanto com a outra levantava seu vestido, tão alto que sentiu a gaze plissada roçar seu rosto. Acariciava suas nádegas e fazia Sir Stephen observar as covinhas que as afundavam, e a suavidade do sulco entre as coxas. Depois, pressionando sua cintura com a mesma mão para salientar as nádegas, ordenou-lhe que abrisse mais os joelhos. Ela obedeceu sem dizer nada. As honras que René fazia de seu corpo, as respostas de Sir Stephen, a brutalidade dos termos que os dois homens empregavam mergulharam-na num estado de vergonha tão violento e tão inesperado que o desejo que tinha de pertencer a Sir Stephen se desvaneceu e ela pôs-se a esperar o chicote como uma libertação, a dor e os gritos como uma justificativa. Mas as mãos de Sir Stephen abriram o caminho de seu ventre, forçaram o sulco entre suas nádegas, deixaram-na e voltaram, acariciando-a até fazerem-na gemer, humilhada por estar gemendo, derrotada. "Deixo-a para Sir Stephen", disse então René. "Fique como está, ele a dispensará quando quiser". Quantas vezes, em Roissy, tinha ficado assim de joelhos, oferecida a qualquer um? Mas lá, sempre amarrada pelos braceletes que uniam as suas mãos, era a feliz prisioneira a quem tudo era imposto, a quem nada era perguntado. Aqui, era por sua própria vontade que ficava seminua, enquanto um só gesto, o mesmo que bastaria para pô-la novamente de pé, bastaria também para cobri-la. Sua promessa a prendia tanto quanto os braceletes de couro e as correntes. Mas seria apenas sua promessa? E por mais humilhada que estivesse, ou justamente porque estava humilhada, não haveria também a doçura de ter valor justamente por sua própria humilhação, pela sua docilidade em curvar-se, por sua obediência em abrir-se? Com a saída de René e Sir Stephen tendo-o acompanhado até a porta, O esperou, sozinha, sem se mexer, sentindo-se na solidão, mais exposta e na espera, mais prostituída do que tinha se sentido quando estavam com ela. A seda cinza e amarela do sofá era lisa sob a sua saia, através do náilon de suas meias sentia sob os joelhos o tapete de lã alta e, ao longo da coxa esquerda, o calor da lareira — onde Sir Stephen tinha acrescentado três achas que ardiam com muito barulho. Um relógio antigo, sobre uma cômoda, tinha um tiquetaque tão suave que só se podia perceber quando tudo se calava em volta. O escutou-o atentamente e sentiu como era absurdo neste salão civilizado e discreto ficar na postura em que estava. Através das persianas fechadas ouvia-se o roncar de Paris depois da meia-noite. Amanhã de manhã, durante o dia, reconheceria na almofada do sofá, o lugar em que tinha apoiado a cabeça? Voltaria algum dia a este salão, para ser tratada do mesmo modo? Sir Stephen estava demorando e O, que tinha esperado com tanta indiferença o desejo dos desconhecidos de Roissy, sentia a garganta apertada com a idéia de que em um minuto, em dez minutos, novamente ele poria suas mãos sobre ela. Mas não aconteceu exatamente como previra. Ouviu quando abria a porta e atravessava a sala. Ficou por um tempo de pé, de costas para o fogo, observando O; depois, numa voz muito baixa, disse-lhe para se levantar e sentar-se novamente. Surpresa e quase constrangida, obedeceu. Ele lhe trouxe delicadamente um copo de uísque e um cigarro, que ela recusou. Viu então que ele vestia um roupão, muito sóbrio, em popeline cinza — do mesmo cinza de seus cabelos. Suas mãos eram longas e secas, e as unhas planas, cortadas curtas, muito brancas. Nesse momento, Sir Stephen surpreendeu o olhar de O, que corou: eram bem estas mesmas mãos, duras e insistentes, que tinham se apoderado do seu corpo e que agora ela temia e esperava. Mas ele não se aproximava. "Gostaria que ficasse nua", disse. "Mas antes desabotoe só o casaco, sem se levantar". O desabotoou as grandes fivelas douradas e fez cair de seus ombros o agasalho negro que colocou na ponta do sofá, onde já se encontravam sua pele, suas luvas e sua bolsa. "Acaricie um pouco o bico dos seios", disse então Sir Stephen, acrescentando: "Vai precisar uma maquilagem mais escura, esta é muito clara". Perplexa, O roçou o bico dos seios com a ponta dos dedos e ao sentir que endureceram e se levantaram, escondeu-os com as palmas: "Ah! não", disse Sir Stephen; e retirou suas mãos, inclinando-a para trás, sobre o sofá; seus seios eram pesados para o busto delicado e afastaram-se levemente para as axilas. Tinha a nuca apoiada no encosto, as mãos dos lados dos quadris. Por que Sir Stephen não aproximava sua boca, por que não estendia a mão para os bicos que desejou ver levantados e que ela sentia tremerem por mais imóvel que ficasse, só com o movimento da respiração? Mas ele tinha se aproximado e sentado meio de lado no braço do sofá, não a tocava. Fumava, e um movimento de sua mão, que O nunca soube se foi ou não voluntário, fez voar um pouco de cinza quase quente entre seus seios. O teve o sentimento de que ele queria insultá-la, com seu desdém, com seu silêncio, com o d esprendimento que havia na sua atenção. No entanto, há pouco desejava-a, e mesmo agora ainda a desejava; podia perceber isso sob o tecido leve de seu roupão. Por que não a possuía nem que fosse para feri-la? O detestou-se por seu próprio desejo, e detestou Sir Stephen pelo domínio que tinha sobre si mesmo. Queria que ele a amasse, esta é a verdade: que ficasse impaciente para tocar seus lábios e penetrar seu corpo, que a destruísse se fosse necessário, mas que não pudesse, diante dela, guardar a calma e dominar seu prazer. Era-lhe indiferente, em Roissy, que aqueles que se serviam dela tivessem qualquer sentimento que fosse; eram apenas instrumentos através dos quais seu amante tinha prazer com ela, pelos quais ela se tornava o que quisesse, polida, lisa e doce como uma pedra. Todas as mãos eram as suas mãos, todas as ordens, as suas ordens. Aqui não. René tinha-a entregado a Sir Stephen, mas via-se bem que não era porque quisesse obter mais dela, nem pela alegria de entregá-la, mas para compartilhar o que mais amava, agora, com Sir Stephen, como sem dúvida, antigamente, quando eram mais jovens, tinham compartilhado uma viagem, um barco ou um cavalo. Era com relação a Sir Stephen que tinha sentido compartilhar, muito mais do que com relação a ela. O que cada um procuraria nela, seria a marca do outro, o traço de passagem do outro. Um momento antes, quando a mantinha de joelhos e seminua, apoiada nele, enquanto Sir Stephen com as duas mãos abria suas coxas, René tinha explicado a Sir Stephen por que o acesso às nádegas de O era tão fácil e por que tinha ficado tão contente por terem-na preparado dessa maneira: era porque se lembrara de que seria agradável para Sir Stephen ter, constantemente à sua disposição, o caminho que mais lhe agradava. Chegou a acrescentar que, se quisesse, deixar-lhe-ia esse caminho para seu uso exclusivo. "Ah! com muito gosto", dissera Sir Stephen, observando entretanto que apesar de tudo ainda corria o risco de rasgar O. "O lhe pertence", respondera René; e inclinando-se para ela tinha lhe beijado as mãos. Só a idéia de que René podia assim considerar a possibilidade de se privar de alguma parte sua, deixara O transtornada. Viu nisto o sinal de que seu amante importava-se mais com Sir Stephen do que com ela. E percebeu também que, embora René tantas vezes tivesse repetido que amava nela o objeto em que a tinha transformado, sua total disponibilidade e a liberdade que sentia em relação a ela — como se possui um móvel com o qual se tem mais prazer dando-o do que guardando-o para si — nunca tinha acreditado totalmente nisso. Via ainda outro sinal do que não podia ser outra coisa que uma deferência para com Sir Stephen no fato de que René, que amava tão profundamente vê-la sob os corpos ou os golpes de outros, que olhava com ternura tão constante, com um reconhecimento tão incansável sua boca abrir-se para gemer ou gritar, seus olhos fecharem-se sobre as lágrimas, tinha-a entretanto deixado, depois de assegurar-se ao expô-la, abrindo-a como se abre a boca de um cavalo, para mostrar que é bastante jovem, que Sir Stephen

achava-a suficientemente bela, ou, a rigor, suficientemente cômoda para ele, e que quisesse aceitá-la. No entanto, este comportamento, ultrajante talvez, não mudava nada no amor de O por René. Sentia-se feliz por contar para ele, o suficiente para que sentisse prazer em ultrajá-la. Mas em Sir Stephen advinhava uma vontade firme e gélida que o desejo não dobraria, e diante da qual até agora, por mais comovente e submissa que fosse, não significava absolutamente nada. Não fosse assim por que teria sentido tanto medo? O chicote no cinto dos criados de Roissy, as correntes que quase sempre carregava, tinham-lhe parecido menos assustadores do que a tranqüilidade com que Sir Stephen olhava seus seios sem tocá-los. Sabia como pareciam frágeis, assim pesados, lisos e inchados nos ombros pequenos e no busto delicado. Não conseguia parar de tremer, seria necessário parar de respirar. Esperar que essa fragilidade desarmasse Sir Stephen seria inútil, e sabia muito bem que era justamente o contrário que acontecia: sua doçura assim oferecida atraía tanto os ferimentos quanto as carícias, tanto as unhas quanto os lábios. Teve um momento de ilusão: a mão direita de Sir Stephen, que segurava o cigarro, roçou com a ponta do dedo médio o bico de um seio, que obedeceu e tornou-se ainda mais duro. Que representava para Sir Stephen apenas uma espécie de jogo, uma verificação, como se verifica a excelência e o bom funcionamento de um mecanismo, O não tinha dúvidas. Sem tirar o braço de sua poltrona, Sir Stephen disse-lhe então para tirar a roupa. Nas mãos úmidas de O os colchetes escorregavam e teve que recomeçar duas vezes a desabotoar, sob a saia, a anágua de seda preta. Quando, enfim, ficou totalmente nua, só com as sandálias de verniz e as meias de náilon pretas enroladas acima do joelho sublinhando a delicadeza de suas pernas e a brancura de suas coxas, Sir Stephen, que também se levantara, segurou-a com uma das mãos dentro de seu ventre e empurrou-a para o sofá. Fez com que ficasse de joelhos com as costas encostadas no sofá e mandou que abrisse um pouco mais as coxas para apoiar-se mais perto dos ombros do que da cintura. As mãos de O repousavam junto aos tornozelos e desse modo seu ventre ficava entreaberto, e sobre os seios, oferecidos, seu pescoço inclinava-se para trás. Não ousava olhar Sir Stephen no rosto, mas via suas mãos que desamarravam o cinto do roupão. Quando foi para cima dela, sempre ajoelhada, segurando-a pela nuca, penetrou em sua boca. Não era a carícia de seus lábios que procurava, mas o fundo de sua garganta. Penetrou-a durante muito tempo; O sentia inchar-se e endurecer nela a mordaça de carne que a sufocava e cujo choque lento e repetido arrancava-lhe lágrimas. Para melhor penetrá-la, Sir Stephen tinha acabado de se pôr de joelhos sobre o sofá, de ambos os lados do seu rosto, e por instantes suas nádegas repousavam no peito de O, que sentia queimar seu ventre, inútil e desprezado. Por mais tempo que assim tivesse se deleitado, não acabou entretanto seu prazer, mas retirou-se em silêncio, ficando de pé sem fechar o roupão. "Você é fácil, O", disse-lhe. "Ama René, mas é fácil. René percebe que você deseja todos os homens que a querem e que, levando-a para Roissy e entregando-a e outros, dá-lhe tantos álibis quanto a sua própria facilidade?". "Amo René", respondeu O. "Ama René, mas sente desejo por mim, entre outros", continuou Sir Stephen. Sim, tinha desejo por ele, mas e se René, ao saber disso, mudasse? Podia apenas calar-se e abaixar os olhos, pois seu olhar nos olhos de Sir Stephen já teria sido uma confissão. Sir Stephen inclinou-se, então, para ela e, segurando-a pelos ombros, puxou-a para o tapete. Deu por si de costas. Com as pernas levantadas e dobradas sobre o corpo. Sir Stephen, que tinha se sentado no sofá no mesmo lugar em que um momento antes estivera apoiada, segurou seu joelho direito e puxou-o para si. Como se encontrasse na frente da chaminé, a luz da lareira, bem próxima, iluminava violentamente o duplo sulco totalmente aberto do seu ventre e das suas nádegas. Sem largá-la, Sir Stephen ordenou-lhe bruscamente que se acariciasse, mas sem fechar as pernas. Perturbada, O estendeu docilmente sua mão direita sob o ventre, encontrando com os dedos, já liberada dos pêlos que a protegiam, já ardente, a aresta de carne onde se reuniam os frágeis lábios de seu ventre. Mas sua mão caiu e balbuciou: "Não posso". E, com efeito, não podia. Nunca tinha se acariciado, a não ser furtivamente no calor e na obscuridade de sua cama quando dormia sozinha, sem nunca entretanto buscar o prazer até o fim. Mas às vezes encontrava-o mais tarde em sonhos, e despertava decepcionada de que tivesse sido tão forte e tão fugaz. O olhar de Sir Stephen insistia. Não pôde suportá-lo e, repetindo "não posso", fechou os olhos. O que revia, de que não conseguira fugir, e que lhe dava a mesma vertigem de repulsa que todas as vezes em que o testemunhara, quando tinha quinze anos, era Marion, com uma perna sobre o braço da poltrona e a cabeça meio pendente sobre o outro braço, acariciando-se e gemendo na sua frente. Marion contara-lhe que um dia tinha se acariciado assim no escritório pensando estar sozinha, e que o chefe de seu serviço tinha entrado de imprevisto e a tinha surpreendido. O lembrava-se do escritório de Marion, um ambiente nu, de paredes em tom verde-pálido, que recebia a luz do dia vinda do norte, através dos vidros empoeirados. Só havia aí uma única poltrona destinada aos visitantes e que ficava na frente da mesa. "Você fugiu?", tinha-lhe perguntado O. "Não", respondera Marion, "ele me pediu para recomeçar", mas fechou a porta, fez-me tirar as calcinhas e empurrou a poltrona para perto da janela". O tinha se sentido invadida de admiração pelo que considerava ser coragem de Marion, e ao mesmo tempo de horror, recusando-se ferozmente a acariciar-se diante de Marion, e jurando que nunca, nunca se acariciaria na frente de ninguém. Marion, rindo, dissera: "Você vai ver quando seu amantes lhe pedir". René nunca tinha lhe pedido. Teria obedecido? Ah! Certamente, mas com que terror de ver surgir nos olhos de René a mesma repulsa que ela própria sentira de diante de Marion! O que era absurdo; e que fosse Sir Stephen era mais absurdo ainda. O que lhe importava a repulsa de Sir Stephen? Mas não, não podia. Pela terceira vez murmurou: "Não posso". Por mais baixo que tivesse falado, ele a escutou e, deixando-a, levantou-se, fechou seu roupão e ordenou a O que se levantasse. "É esta a sua obediência?", disse. Depois, com a mão esquerda segurou seus punhos e com a direita esbofeteou-a com toda a força. Ela cambaleou e teria caído se ele não a tivesse segurado. "Fique de joelhos e me escute", disse, "temo que René a tenha educado muito mal". "Sempre obedeço René", balbuciou. "Você confunde amor e obediência. Vai me obedecer sem me amar e sem que eu a ame". O sentiu-se então tomada da mais estranha revolta, negando em silêncio no interior de si mesma as palavras que ouvia, negando seu próprio consentimento, seu desejo, sua nudez, seu suor, suas pernas trêmulas e as olheiras de seus olhos. Debateu-se, cerrando o dentes de raiva, quando fazendo-a curvar-se, ou melhor, prosternar-se, com os cotovelos no chão e a cabeça entre os braços e levantando-a pelos quadris, Sir Stephen forçou entre suas nádegas para rasgá-la como dissera a René que o faria. Da primeira vez ela não gritou. Recomeçando então mais brutalmente, ele fez com que gritasse. E todas as vezes em que ele se retirava e voltava, portanto, todas as vezes em que decidia, ela gritava. Gritava tanto de dor como de revolta, e ele não se enganava a esse respeito. Ela também o sabia, e isso significava que de qualquer forma estava vencida e que ele estava contente por obrigá-la a gritar. Quando terminou, levantou-a e começou a preparar-se para dispensá-la, enquanto observava que o que tinha ejaculado ao sair iria tingir-se aos poucos com o sangue do ferimento que lhe tinha feito, que este ferimento a queimaria enquanto não tivesse se acostumado e que continuaria a forçar a passagem. Certamente não iria privar-se deste uso dela que René lhe tinha reservado, portanto, não deveria esperar ser poupada. Lembrou-lhe que tinha consentido em ser escrava de René e sua, mas que lhe parecia improvável que soubesse com todo o conhecimento de causa em que se tinha engajado. Quando finalmente compreendesse, seria tarde demais para escapar. (...)


RÉAGE, Pauline. História de O. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985, p. 82-91.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Por Anaïs Nin


O erotismo é uma das bases do conhecimento de nós próprios, tão indispensável como a poesia.

Eu escolho
um homem
que não duvide
de minha coragem
que não
me acredite
inocente
que tenha
a coragem
de me tratar como
uma mulher.

Me nego a viver em um mundo ordinário como uma mulher ordinária.
A estabelecer relações ordinárias.Necessito o êxtase. Não me adaptarei ao mundo. Me adapto a mim mesma.

Escrever deve ser uma necessidade, como o mar precisa das tempestades - é a isto que eu chamo respirar.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Lolita

Lolita" é uma das obras mais polêmicas da literatura contemporânea universal. Muito arrojado para a moral vigente na época, o romance de Vladimir Nabokov (1899-1977) foi inicialmente recusado por várias editoras. Ao ser finalmente lançado, em 1955, por uma editora parisiense, gerou opiniões antagônicas: houve quem definisse o livro como um dos melhores do ano; houve quem o considerasse pornografia pura. Nos Estados Unidos, onde só viria a ser publicado em 1958, rapidamente conquistou o topo das listas de mais vendidos.
Visto hoje, filtrado pelos anos e por uma verdadeira biblioteca de comentário e crítica, Lolita parece sobretudo uma apaixonada história de amor, escrita com elegante desespero. O protagonista é o obsessivo Humbert, professor de meia-idade. Da cadeia, à espera de um julgamento por homicídio, ele narra, num misto de confissão e memória, a irreprimível e desastrosa atração por Lolita, filha de 12 anos de sua senhoria.
Escrito num estilo inimitável - mas não intraduzível, como bem se verá -, "Lolita" é uma obra-prima da literatura do século 20. Aqui se cruzam alguns dos temas clássicos da arte de todos os tempos (a paixão, a juventude, o amadurecimento) com questões mais típicas da nossa modernidade, como as ambivalências eróticas e o exílio - que é uma questão tanto de geografia quanto da linguagem e do coração.

A obra conta com diversas qualidades literárias e uma estrutura curiosa, que pode ser interpretada como uma mistura de diversos estilos cinematográficos: do início psico-erótico típico de um filme europeu, a história passa para um drama de periferia quando o professor vai morar em New Hampshire. Depois a ação lembra um
road movie, com uma longa viagem de carro; passa para um romance de mistério, com o enigma de um perseguidor oculto; e no final se torna um drama policial, ao estilo de um filme noir.

Curiosidades

Fonte: Wikipédia e Livros Virtuais

sábado, 5 de dezembro de 2009

Sexo faz bem! Top 5 de razões para praticar

Se alguém ainda tem alguma dúvida é porque não experimentou ou está precisando praticar mais para comprovar, mas nós temos certeza de que sexo faz bem. E montamos um top 5 com razões pelas quais vale praticar:
1 - Orgasmo - Precisa explicar?
2 - Sexo une as pessoas - Tudo bem que eventualmente as pessoas brigam por causa de sexo também, mas daí entram outros fatores, como ciúmes e traições. Isso a gente não estimula de forma alguma, viu? Então enquanto se resume a duas pessoas, entre quatro paredes, a gente acha que aproxima as duas partes envolvidas.
3 - Queima calorias - É uma atividade física, que pode ser mais ou menos intensa, dependendo de quem e como se pratica. Só que ao contrário de ficar puxando ferro uma horinha na academia, é bem mais divertido.
4 - Ajuda a relaxar - Quer melhor maneira de relaxar antes de dormir?
5 - É de graça e divertido - Tudo bem que existe toda uma indústria que se beneficia dele, mas estamos falando de relações mais cotidianas, sem fins lucrativos envolvidos. É das poucas coisas divertidas pelas quais você ainda não precisa pagar!
Autor: Mauren Motta

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Truques para o sexo anal

O sexo anal na década de 90 era um tabu. Atualmente ele passou de tabu para um desejo feminino. Pelo menos um desejo de boa parte das pessoas desse sexo.
O maior segredo é estar realmente a fim. Você quer? Sente mesmo vontade? Ou está apenas cedendo para agradar ao parceiro? A gente precisa, antes de tudo, investigar as nossas expectativas e os nossos desejos em relação a essa prática. Após avaliar se quer ou não quer, aí, sim, é hora de pensar em técnicas para ser cada vez mais prazeroso. Afinal, sexo deve ser sinônimo de prazer, não é?

Para algumas o anal é algo que acontece facilmente, para outras é algo bem complicado, cada uma tem o seu nível de dor, prazer, fetiche, atração, etc., por essa modalidade. Quando a dor que a mulher sente é mínima ou zero, o prazer é máximo, e a sua atração psicológica é alta, essa mulher se torna uma adoradora desta modalidade. Quando a dor é alta, geralmente o prazer é baixo, e a atração psicológica também é baixa, logo, essa mulher cria aversão a esse tipo de sexo. Se você é homem e não gosta de fazer sexo anal, não tem problema nenhum em sua mulher não gostar de fazer. Agora se você gosta e ela não gosta a coisa se complica.

DICA PARA APLICAR ANTES DA TRANSA - Antes de transar, coloque a sua mulher de quatro, com o rosto no travesseiro, quadril bem empinado para cima e pernas abertas. Faça uma massagem na bunda da menina durante uns 10 a 20 minutos. Morda, passe a língua, aperte, brinque de todas as formas. Ao final, faça uma massagem no ânus. Sentindo receptividade penetre um dedo no reto da parceira. Tente bem devagar penetrar o segundo dedo. O dedo tem que estar bem lubrificado com saliva ou com um lubrificante a base de água.

DICA PARA APLICAR DURANTE A TRANSA - Durante a transa, coloque a mulher sentada no seu pênis. Quando ela estiver muito excitada traga ela para perto de você, como se ela fosse deitar sobre o seu tronco, sem no entanto, tirar o pênis de dentro. Mantenha os movimentos de entrar e sair. Nesse instante segure com as duas mãos a bunda da mulher e abra bem ela, abra na base, perto da vagina, é ali que fica o ânus. Abrindo bem o bumbum, ela vai sentir um vento no ânus, um friozinho, e talvez sinta uma vontade de ser penetrada ali. Depois feche e abra a bunda da menina, e mantenha as penetrações. Então você começa a massagear a região anal com um dedo, depois penetre um pouco o reto e mantenha a massagem. Depois de algum tempo pare as penetrações e aumente a intensidade da massagem anal. Você pode fazer essa massagem movimentando o dedo em círculos, ou apenas vibrando ele de cima para baixo e de um lado para o outro. Algumas mulheres poderão atingir o orgasmo com esse movimento.

Vantagem:Se ocorre como nova forma de prazer para o casal (os dois precisam querer e gostar), isto reafirma a cumplicidade.

Recomendações:O próximo cuidado é o uso de lubrificantes. O ânus não é tão elástico quanto a vagina nem produz uma lubrificação natural como ela. Por isso é preciso utilizar algum gel à base de água, vendido em farmácias, para amenizar o atrito do pênis.

-A posição para quem está começando é melhor na chamada "cachorinho" (joelhos e cotovelos na cama e o homem por trás): enquanto uma mão do parceiro guia o pênis, a outra está livre para estimular o clitóris ou a vagina (veja onde sente mais prazer). É necessário que a mulher esteja excitada para que relaxe o esfíncter anal e a introdução seja lenta, permitindo, assim, que a relação seja prazerosa...

- O uso da camisinha é fundamental para a prevenção de doenças e infecções. Ela é IMPORTANTÍSSIMA! Um detalhe: o preservativo deve ser trocado se o casal resolver partir para a penetração vaginal após a anal. Isso porque as bactérias que habitam o ânus podem causar uma série de infecções caso sejam transportadas pelo pênis para a vagina.

CONCLUSÃO - O sexo anal tem caído na preferência popular, tanto dos homens quanto das mulheres, sendo assim, esteja preparado para saber trabalhar a mulher antes de partir para a penetração.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A arte do pompoarismo

O pompoarismo é praticado a vários milênios pelas mulheres orientais, suas técnicas são passadas de mãe para filha e pouco se fala ou se escreve sobre o assunto. Algumas obras literárias fazem citações e referências às pompoaristas e suas habilidades, alguns poucos filmes exibem demonstrações de mulheres que fazem um verdadeiro "halterofilismo pompoarístico", demonstrando façanhas tais como: levantar objetos pesados, lançar objetos à distância, abrir garrafas, fumar e etc., tudo isso usando a vagina, que nas pompoaristas têm a musculatura muito bem desenvolvida.
Na verdade o pompoar é uma arte sublime, que potencializa a sensualidade e sexualidade feminina, deve ser praticado na intimidade e pode melhorar muito as relações amorosas aumentando o prazer sexual e incentivando o fortalecimento dos laços afetivos do casal. Pompoarismo é a prática do pompoar, uma técnica milenar que consiste em movimentar voluntariamente a musculatura vaginal, ordenhando, sugando, expelindo, torcendo e apertando, tudo isso com força e velocidade adequadas o pênis do parceiro, nos lugares corretos, com a finalidade de aumentar o prazer sexual.
Para isso a pompoarista deve ter a musculatura vaginal bem desenvolvida e trabalhada, o que pode ser conseguido, por qualquer mulher sadia, com os exercícios apresentados na nossa apostila. Ao iniciar a prática dos exercícios a mulher logo observa alterações positivas, no entanto à partir do sexto mês de exercícios ininterruptos pode ser observado um elevado ganho de performance e sensibilidade sexual, bem como uma saúde vaginal privilegiada.
A musculatura da vagina, é formada por um feixe de anéis que vão desde a sua entrada até o seu interior, sendo que estes anéis podem ser movimentados em conjunto ou separadamente. Esses movimentos podem ser mais fortes e rápidos na medida em que a mulher se exercitar mais intensamente.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Minha primeira experiência com Bondage

O meu grande desejo era que fosse amarrada na cama e dominada de uma maneira diferente. eu estava excitada e queria de qualquer maneira ser possuída de uma maneira singular, até que criei coragem e pedi para ele me amarrar na cama. A principio ele achou estranho, um desejo esquisito, mas de qualquer maneira começoui a achar engraçado e também a ficar excitado com minha idéia.
Expliquei que queria ser amarrada na cama como a figura Humana de Leonardo da Vinci.
-Ok Nina, se você quer ser amarrada, como faremos isso? Com uma corda?
- Não com duas meia-calças. Respondi com sorriso leve. Achei intrigante eu ir dando todas as coordenadas a ele.
Ele amarrou-me na cabeiceira da cama, depois amarou minhas pernas abertas nos pés da cama. Fiquei imobilizada. Pedi que vedasse meus olhos, e assim ele fez.
Estava imobilizada e com os olhos vedados. O fato de não saber o que ele tinha em mente, o que ele faria em seguida me deixava com o nível de excitação maior ainda.Massageou minhas pernas, minha virilha, minha vagina, minha barriga, seios e ombros. Ele lambe minhas axilas e chupa meus biceps. Beija a minha boca. Sinto apenas suas mãos sôfregas e sua língua macia. Mantinha distância de seu corpo do meu.
Lentamente ele começou a sugar os dedos dos meus pés. Aquela sensação diferente me deixou mais e mais excitada.E enquanto ele sugava os dedos dos meus pés ele apertava a minha virilha.
Ele, fica em cima de mim, posso sentir deu cheiro. Ele coloca seu pênis em minha boca enquanto eu chupo, sugo e mordo. Ele geme! Mal posso me mexer, a não ser a boca e a língua que entram em movimento frenético.Sugando de leve, sugo seu saco, coloco tudo dentro da boca, sugo e as movimento dentro de minha boca com a língua. Lambo o períneo e seu ânus. Ele geme.
Ficou silêncio no quarto. Silêncio total, que me deixou com medo. Não chamei seu nome. Apenas esperei...a minha espera foi encerrada com um gelo em meu clitóris, uma pedra de gelo entrando na minha vagina e em segundos depois a lingua quente quebrando o frio.Suas mãos deslizavam sobre minha barriga, chegando aos meus seios, deixando o bico dos meus mamilos completamente eretos.
Ele me lambe e me chupa.Ele pinga velas em meus seios, minha barriga e em minhas cochas. A sensação é deliciosa, quase eu gozo nesse momento. Ele pega as pedras de gelo e passa em cima da cera que já secara. Passa a pedra de gelo em minha boca e me beija.
Não falo nada em nenhum momento. Me controlo! Não falo nada.
Ele me penetra, lentamente e deliciosamente. Sinto seu corpo por inteiro nesse momento. estocada com mais estocadas. Ele morde lentamente os meus mamilos - me seguro firme para não gozar porque aquele ainda não era o momento. Ele me penetra frenéticamente, lentamente, em estocadas ritimadas. Minha respiração acelera mais e mais, o gozo intenso toma conta de meu corpo. Não posso me mover. Minha carne fica muito trêmula e ele goza...


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Lista de autores notáveis da Lieteratura Erótica



Queridos (as) Leitores (as),

Primeiramente obrigada pelos e-mails, elogios e opiniões aos meus textos. Logo postarei mais contos, enquanto isso segue uma lista interessante da Literatura Erótica. Confesso que não li todos. São muito interessantes, pois cada pessoa escreve de um jeito e esse jeito penetra no cérebro de forma diferente, de diferentes maneiras em diferentes pessoas. Isso que é emocionante.

Manuais eróticos
Vatsyayana - famosa pelo Kamasutra
Yashodhara - autor de Jayamangala
Kokkoka - autor de Ratirahasya
Kalyanamalla - autor de Ananga Ranga
Praudha Devaraya - autor de Ratiratna Pradipika
Ovídio - autor romano famoso pela obra A Arte de Amar
Ge Hong - Dinastia Jin autor de Pao Pu-Zhi
Muhammad ibn Muhammad al-Nafzawi - autor de O Jardim Perfumado

Ficção
Al Steiner - prolífico autor de romances eróticos
Alexander Pushkin - autor de The Gabrieliad
Alexander Trocchi
Anaïs Nin - autora de Delta de Vênus
Anne Rice, também escreveu como A. N. Roquelaure
D. H. Lawrence - autor deLady Chatterley's Lover
Emmanuelle Arsan - autora do romance Emmanuelle e de várias outras obras
Georges Bataille - autor deHistória do Olho
Giovanni Boccaccio - italiano autor contemporâneo e amigo de Petrarca; escreveu Decameron uma coleção de 100 contos, alguns dos quais são eróticos.
Günter Grass - autor de O Tambor e Gato e Rato
Henry Miller - autor de Trópico de Câncer
Ivan Barkov
John Cleland - autor de Fanny Hill
Jun'ichirō Tanizaki - autor de A Chave, Naomi, e Areias Movediças
Kenzaburo Oe - autor de Dezessete , J , e Uma Questão Pessoal
Laura Antoniou - autor de O Marketplace
Leopold von Sacher-Masoch - autor de Vênus Castigadora
Mark Twain - autor de 1601
Marquês de Sade - autor de Justine
Nick Scipio - autor da Summer Camp série de romances eróticos
Nicolas Chorier - autor de L'académie des Dames
Nina Capucci – Usa and abusa (me inclui na lista, claro!!!rsrsrs)
Patrick Califia - autor de machista Sluts
Pauline Réage - autor de História de O
Penny Birch
Sombra Parker - autor de a libertação do Sara Miller
Susie Bright
Sylvia Dia
Tamara Thorne - autor da série Sorority
Vladimir Nabokov - autor de Lolita
Wendy Swanscombe
William Levy
William Simpson Potter - autor de romances de Lust
Yasunari Kawabata - autor de Beleza e Tristeza
Yukio Mishima - autor dos romances homoeróticas Forbidden Colors e Confessions de uma máscara
Zane Ficção
Al Steiner - prolífico autor de romances eróticos
Alexander Pushkin - autor de The Gabrieliad
Alexander Trocchi
Anaïs Nin - autora de Delta de Vênus
Anne Rice, também escreveu como A. N. Roquelaure
D. H. Lawrence - autor deLady Chatterley's Lover
Emmanuelle Arsan - autora do romance Emmanuelle e de várias outras obras
Georges Bataille - autor deHistória do Olho
Giovanni Boccaccio - italiano autor contemporâneo e amigo de Petrarca; escreveu Decameron uma coleção de 100 contos, alguns dos quais são eróticos.
Günter Grass - autor de O Tambor e Gato e Rato
Henry Miller - autor de Trópico de Câncer
Ivan Barkov
John Cleland - autor de Fanny Hill
Jun'ichirō Tanizaki - autor de A Chave, Naomi, e Areias Movediças
Kenzaburo Oe - autor de Dezessete , J , e Uma Questão Pessoal
Laura Antoniou - autor de O Marketplace
Leopold von Sacher-Masoch - autor de Vênus Castigadora
Mark Twain - autor de 1601
Marquês de Sade - autor de Justine
Nick Scipio - autor da Summer Camp série de romances eróticos
Nicolas Chorier - autor de L'académie des Dames
Nina Capucci – Usa and abusa (me inclui na lista, claro!!!rsrsrs)
Patrick Califia - autor de machista Sluts
Pauline Réage - autor de História de O
Penny Birch
Sombra Parker - autor de a libertação do Sara Miller
Susie Bright
Sylvia Dia
Tamara Thorne - autor da série Sorority
Vladimir Nabokov - autor de Lolita
Wendy Swanscombe
William Levy
William Simpson Potter - autor de romances de Lust
Yasunari Kawabata - autor de Beleza e Tristeza
Yukio Mishima - autor dos romances homoeróticas Forbidden Colors e Confessions de uma máscara
Zane

Poesia
Ovídio - poeta romano
Catulo - poeta romano
Sextus Propertius - poeta romano
Safo - poetisa grega da ilha de Lesbos que escreveu poesia de amor para mulheres jovens.
Petrarca - poeta italiano, considerado, juntamente com o Dante, o pai de Renascença. Seu amor sonetos dedicados a Laura são obras primas da poesia erótica.
Bai Juyi - poeta chinês da dinastia Tang
Rei Salomão - Autor, segundo a tradição judaico-cristã, do Cântico dos Cânticos.
John Wilmot - libertino britânico do século XVII. Poesia
Ovídio - poeta romano
Catulo - poeta romano
Sextus Propertius - poeta romano
Safo - poetisa grega da ilha de Lesbos que escreveu poesia de amor para mulheres jovens.
Petrarca - poeta italiano, considerado, juntamente com o Dante, o pai de Renascença. Seu amor sonetos dedicados a Laura são obras primas da poesia erótica.
Bai Juyi - poeta chinês da dinastia Tang
Rei Salomão - Autor, segundo a tradição judaico-cristã, do Cântico dos Cânticos.
John Wilmot - libertino britânico do século XVII.

Autobiografia
Vanessa Duriès, autor de Le lien
Nancy sexta
Henry Spencer Ashbee, autor de My Secret Life
Frank Harris
Catherine Millet, autor de A Vida Sexual de Catherine M.
Georges Simenon
Xaviera Hollander, autor de The Happy Hooker
Eric Van

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Fanny Hill

Fanny Hill ou Memórias de uma mulher de prazer, considerado o primeiro romance erótico moderno, é também um dos grandes retratos da Europa do século XVIII. Em formato de cartas e narrado em primeira pessoa pela jovem Fanny Hill, o livro surpreende pela prosa sensual de Cleland e pelo estilo e elegância que o autor emprega ao contar as aventuras de iniciação sexual de uma jovem – nem tão inocente assim – que, órfã aos quinze anos, vai para Londres tentar a vida e acaba se tornando uma requisitada cortesã.

Antes da virgindade de Fanny ser posta à venda por uma cafetina, a jovem se apaixona por Charles, com quem foge. Passam a viver juntos, mas, inesperadamente, ele precisa deixar a cidade. Fanny passa, então, de menina insegura a cortesã de muitos amantes. Nesse ponto, o romance se torna inovador, já que Fanny, além de não mostrar arrependimento pelas suas ações, descreve com detalhes explícitos suas aventuras, conferindo à obra um caráter de ode ao prazer sexual. O livro, entretanto, demorou a ser reconhecido pela crítica, que somente nos últimos anos conferiu-lhe a devida importância. O texto, de luzes filosóficas revolucionárias, está atualmente ao lado de obras dos mais renomados autores ingleses, tais como Daniel Defoe e Henry Fielding.

A polêmica acompanha a obra desde o seu lançamento. Editado em dois volumes – o primeiro, em novembro de 1748, e o outro, em fevereiro de 1749 – Fanny Hill não agradou em nada à patrulha religosa da época. Após o lançamento, Cleland, os editores e os impressores foram presos, acusados de obscenidade, e, posteriormente, em juramento, o escritor teve que abjurar o livro. A partir de então passaram a circular edições piratas muito concorridas, que só ajudaram a divulgar os escritos. Nos Estados Unidos, Fanny Hill estava banido até 1966.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O egípcio

Esse conto faz parte do Livro USA AND ABUSA.
Lorena chegou em Nova York no inicio da primavera para um curso de inglês para estrangeiros. No primeiro dia de aula teve uma festa de confraternização que aconteceu na escola. O professor, um canadense, magro, alto, nariz saliente, óculos com aros quadrados, enormes olhos azuis, animado e simpático com a sua nova turma se apresentou, solicitando em seguida a apresentação de cada. As apresentações começaram. Seria longa, havia uns 40 alunos.
Ao lado de Lorena estava, um moreno, olhos pretos e grandes, boca carnuda, cabelos incrivelmente pretos, pele aveludada, nariz aquilino e alto.
- Parece ser a reencarnação de algum faraó do antigo Egito - pensou ela que sorriu para ele e perguntou baixinho num tímido inglês:
- De onde você é?
Sorrindo ele disse:
-Egito.
A festa foi animada e Lorena se empolgou com os novos amigos de todas as partes do mundo e as trocas de experiências culturais seriam grandes em todos os sentidos.
Ela tinha alugado um apartamento, e por obra do destino encontrou o egípcio envolvente no corredor, ele estava entrando no apartamento 43. Três portas depois da sua. Casualidade? Talvez.
O egípcio retirou as chaves do bolso num chaveiro lindo em forma de pirâmide. Abriu a porta. Entrou na penumbra do quarto.
Lorena olhava cuidadosamente cada detalhe do ambiente. O teto estava decorado com lenços enormes formando balões coloridos, no chão havia velas coloridas e perfumadas em vários tamanhos, o que deixava o quarto com um ar de mistério. Muitas almofadas de cetim espalhadas pelo chão, uma cama bem aconchegante no fundo do quarto, a cabeceira da cama encostada na janela. As cortinas de tecidos leves e esvoaçantes, o ambiente estava envolvido por uma sedutora música árabe. Aquele pequeno apartamento estava parecendo a tenda das mil e uma noites.
O egípcio se aproximou de Lorena, olhou em seus olhos cor de mel, mantendo uma distância, desejava sentir sua respiração. Em um gesto delicado beijou o pescoço da mulher que permaneceu imóvel. Sentia as emoções arrepiarem seu corpo.
Ele a segurou pelos braços suavemente e a beijou, suave, apaixonado e profundo. Mágico seria um beijo por toda a vida, sem pressa, como se tivessem a eternidade nas mãos ele tirou seu casaco, deixando-o caído perto da porta, conduzindo-a até a cama para que se sentasse. Abaixou-se, tirou as botas pretas de salto alto, as meias, desabotoou sua calça, tirando–a com todo cuidado. Abaixado, beijou seus pés, suas pernas. Levantou a cabeça, olhou-a beijando-a. Desabotoou sua camisa, deixando-a somente de calcinha e sutiã.
Ficou de pé, pegou as almofadas que estavam no chão e colocou em cima da cama, deixando-a sentada e encostada nas almofadas. Delicadamente tirou o sutiã, passou a face em seus mamilos, voltando a fitá-la. Tirou sua calcinha, e observou-a em cima da cama, nua envolta nas almofadas. Foi em direção ao pequeno guarda-roupas, abriu a porta da esquerda e tirou uma pequena caixa de mogno, toda trabalhada com desenhos egípcios em alto-relevo, colocou a pequena caixa na cama do lado das coxas suaves. Ele se posicionou entre as pernas dela abrindo-as, em seguida lambeu com calma o clitóris, quase a fazendo desfalecer ao sentir o hálito quente e em seguida sua língua áspera deslizando sobre o pequeno órgão.
O Egípcio abriu a linda caixinha, tirou um objeto. Uma navalha, com lâmina brilhante, com cabo de madre pérola. Lorena sentiu pavor, pensou em correr dali, mas algo a prendia naquele lugar.
Ele olhou para a pequena caixa, com a navalha na mão esquerda, com a mão direita ele tirou mais um objeto de dentro da caixa que ela não pôde ver, pois fechou os olhos nesse momento com tamanha excitação e medo. Sentiu algo frio escorrer em cima de seu ventre. Ela abriu os olhos, lá estava ele, ajoelhado entre as pernas dela, com a navalha afiada na mão. Delicadamente começou a raspar os pelos pubianos, como se fosse um ritual milenar egípcio. Chegariam ao ápice com a experiência exótica.
Naquele momento observava o homem másculo, entre as suas pernas, depilando-a, sereno e vestido. Muitos pensamentos libertinos lhe passaram pela mente, naqueles breves momentos que pareciam seculares.
Quando ele terminou de raspá-la, levantou-se lentamente, foi ao banheiro e voltou com uma tolha úmida. Ele delicadamente passou a toalha entre as pernas dela, aquela maciez da toalha molhada e fria ao passar entre seu ventre a fez sentir arrepios.
Lentamente tirou suas próprias roupas, como um strip-tease regado a música árabe, naquele ambiente das mil e uma noites.
Lorena continuava sentada no meio da cama, com várias almofadas do lado e encostada em algumas. Estava na expectativa.
O egípcio ajoelhou-se no chão, beijou os pés, sugando-lhe os dedinhos, causando imensos arrepios, foi subindo beijando as pernas, enquanto beijava as pernas, ia subindo em cima da cama, como um felino pronto para atacar sua presa. Ele afastou as pernas de Lorena abrindo-as, e deixando a visão da flor desnuda. Ele beijava as coxas, sugava sua virilha e a flor desnuda. Passou o dedo e separou o clitóris dos grandes lábios, começou a beijá-lo lentamente, sugando-o todinho, de modo que pudesse sentir a pulsação em sua boca quente e carnuda. Lorena queria gritar de prazer, chorar, assim continuou a doce tortura, sugando os grandes lábios e penetrou a língua na vagina, fazendo movimento de entra-e-sai, movimentos em círculos, descendo depois ao períneo. Lorena já atingira o ponto máximo do clímax, estava suando frio. Ela queria ser penetrada logo (com outra coisa) daquele deus egípcio do sexo.
O egípcio subiu beijando a barriga de Lorena até chegar no umbigo, massageando com a língua ele alcançou os seios, fez movimentos em círculos com a língua, mordiscou de leve a auréola, subiu beijando o colo, o pescoço, abraçando-a e penetrou-a, tão lentamente, que ela sentia cada centímetro do órgão teso pulsante. Lorena contraiu o púbis e lentamente só com os músculos da vagina sugou o pênis do Egípcio que se deliciava. Não disseram nenhuma palavra, cumprimentaram-se no corredor, e entraram em seus apartamentos.
A presença do egípcio tinha afetado Lorena de alguma maneira, sentia-se como se houvessem feito amor de maneira exótica a noite toda.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O vizinho

Esse conto faz parte do livro USA and abUSA

Fazia pouco tempo que eu tinha me mudado para aquele velho apartamento perto da estação de trem, no terceiro andar de um velho prédio, as escadas decoradas com samambaias e avencas, a luz passava sorrateira entre as janelas que arejavam as escadas com uma leve brisa.
Dentro da minha cozinha tinha uma dispensa com uma janela basculante para ventilação do ambiente.
Estava de férias, e eram quase 15:00, resolvi fazer um bolo. Lá estava eu, procurando a farinha, e meu olhar periférico observou um homem na janela do bloco vizinho, foquei minha atenção naquela direção.
A janela de minha dispensa ficava de frente para a janela do banheiro do vizinho do outro bloco. Com uma distância de um metro nos separava. Ele estava tomando banho. Não via seu rosto, via somente seu peito, a água deslizando sobre sua pele umedecendo todos os pelos do peito. Fiquei paralisada olhando o meu vizinho a se ensaboar, cantar, e claro a se masturbar.
Quando ele começou a masturbar-se, aquilo me excitou muito, não via o rosto do meu vizinho, via os movimentos de seus braços ritmados, quando por fim ele parou e encostou em um canto do banheiro, não permitindo assim que eu o visse... Ali fiquei mais alguns minutos na esperança de ver o meu vizinho, mas não aconteceu. Resolvi eu tomar um banho e me masturbei pensando no vizinho. Deu-me uma fome grande, parecia que eu tinha passado três horas fazendo sexo. Voltei para a cozinha, olhei novamente através da janela, não vi mais nada a não ser janelas e paredes. Fiz o meu bolo de chocolate com café, quando digo com café, um creme de café como recheio...
No dia seguinte estava novamente no mesmo horário atrás de minha janela observando a vida alheia. Não apareceu!
No terceiro dia eu tinha um encontro com uma amiga que também estava de férias, mas cancelei, porque na hora que eu estava saindo de casa, dei uma passadinha na janela para ver o vizinho. Dei sorte, ele estava a entrar no banho... Fiquei a observar novamente, ele entrou no banho, depois entrou uma mulher alta (do mesmo tamanho dele) no banho junto com ele, não conseguia ver o rosto dela também, via somente parte dos seios e o cabelo ruivo (parecia original) molhado. A minha imaginação vibrava com o que poderia estar acontecendo atrás da parede. Eles se abraçaram e se beijaram enquanto a água caia, ela se agachou e ele ficou a se retorcer em pé. Ela se levantou e quem agachou foi ele. Percebi quando ela encostou-se na parede perto da janela, mas não pude ver mais nada, mas eu estava imaginando. Passei outros dias a observar a janela do banheiro do meu vizinho, mas acredito que os horários dele se tornaram diferentes por algum motivo. Não tive a curiosidade de saber quem seria o meu vizinho, mas descobri o meu lado voyeur.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Espartilho

Espartilho ou Corset é uma peça do vestuário feminino que dispõe de barbatanas metálicas e amarração nas costas.
Essa peça tem como objetivo reduzir a cintura e manter o tronco ereto, controlando as formas naturais do corpo e conferindo a ele mais elegância.
Existem vários tipos de espartilhos para todos os gostos, seja para usar debaixo de alguma roupa, seja para usá-lo sozinho apenas.

Também pode ser usado como um apelo sexual.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Saiu no Estadão em 2008


“Ato sexual ideal dura de 3 a 13 minutos, diz estudo: Segundo estudo americano e canadense, relação entre 10 e 30 minutos é ‘longa demais’.
– Uma relação sexual satisfatória dura entre três e 13 minutos, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade Penn State, no Estado americano da Pensilvânia.
A pesquisa contou com a participação de 50 integrantes americanos e canadenses da Sociedade de Pesquisa e Terapia Sexual, incluindo psicólogos, médicos, assistentes sociais, terapeutas familiares e enfermeiras. Todos os envolvidos recolheram dados de milhares de pacientes durante décadas. O estudo, publicado na revista Journal of Sexual Medicine, afirma que um ato sexual “adequado” dura entre três e sete minutos; um “desejável”, de sete a 13 minutos; um “curto demais”, de um a dois minutos; e um “muito longo”, de dez a 30 minutos...o gostoso é fazer...

domingo, 16 de agosto de 2009

Para o sexo a expirar


Para o sexo a expirar, eu me volto, expirante. Raiz de minha vida, em ti me enredo e afundo. Amor, amor, amor - o braseiro radianteque me dá, pelo orgasmo, a explicação do mundo. Pobre carne senil, vibrando insatisfeita,a minha se rebela ante a morte anunciada.Quero sempre invadir essa vereda estreitaonde o gozo maior me propicia a amada. Amanhã, nunca mais. Hoje mesmo, quem sabe?Enregela-se o nervo, esvai-se-me o prazerantes que, deliciosa, a exploração acabe.Pois que o espasmo coroe o instante do meu termo,e assim possa eu partir, em plenitude o ser,de sêmen aljofrando o irreparável ermo.

Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

A surpresa 2

Estava em um dia um pouco triste devido aos estresses da minha vida. Resolvi aceitar o convite de um amigo para uma festa na cobertura de um grande hotel em Copacabana. Era uma festa beeem privê. Eu estava muito cansado, mas deixei que os bons fluidos me levasse até lá.
Logo quando cheguei depois de comprimentar os convidados que eu conhecia, sai e fui tomar uma brisa fresca que vinha do mar. Quando eu estava saindo um moreno liiindo de doer, me olhou penetrantemente que quase perdi a fala. Dei um sorriso com o canto dos lábios e me mantive na minha, afinal eu estava cansado e não queria sabr de paqueras , embora o moreno fosse muito interessante. Me perdi em pensamentos e entrei novamente. Repentinamente um loiro maravilhoso que estava conversando com o anfitrião sorriu discrtamente e puxou unm animado papo comigo. E entre um sorriso, conversa e uns goles de vinho o flerte aumentava ainda mais. E desde o momento que eu sai não vi mais o moreno. Mas tudo bem tinha um deus nórdico em minha companhia.
Saimos da festa e fui diretamente para o apartamento do nórdico estonteante.Diga-se de passagem muito bem decorado, com quadros de artistas nacionais e algumas esculturas barrocas, o que me fascinou, pois sou um amante da arte barroca. Isso foi tudo o que eu pude perceber, pois o beijo avassalador que me roubaram foi o máximo. A língua, quente, úmida e mole era como se tivesse invadindo minha alma. O tesão já estava quase no ápice até que ele me abraçou forte e senti o seu membro teso roçar a minha virilha. Eu estava tremendo de tesão e o meu membro ficou teso tanto quanto o dele. Suas mãos ávida tiraram com destresa minhas vestes e também me guiaram para o quarto. Ele me jogou em cima da cama. Fiquei olhando-o despirir-se. Ele deitou em cima de mimao contrário. Fizemos um 69 suado. Quando percebi vi que tinhamos companhia. Éramos 3 numa mesma cama. O clima foi esquentando e fizemos um trenzinho espetacular. Os esfinters, o suor e os gemidos eram como se fossem uma energia sinfônica.
A terceira pessoa era o moreno da festa. Fiquei muito surpreso. Ele estava me paquerando há horas atrás, mal sabia eu que ele é esposo do nórdico.
Fiquei quieto e aproveitei o instante.
Na manhã seguinte, nós três tomavamos café da manhã e o interfone tocou. Era o irmão do moreno. Passados alguns minutos a campanhia toca. O nórdico foi abrir a porta e para a minha surpresa, conheci o irmão gêmeo do moreno. Fiquei olhando como se fosse um fantasma e a primeira pergunta que se passou pela minha cabeça eu fiz: - Qual de vocês dois foram na festa ontem? Para a minha surpresa, fora o gemêo que acabara de chegar...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Não quero ser o último a comer-te

Não quero ser o último a comer-te.
Se em tempo não ousei, agora é tarde.
Nem sopra a flama antiga nem beber-te
aplacaria sede que não arde
em minha boca seca de querer-te,
de desejar-te tanto e sem alarde,
fome que não sofria padecer-te
assim pasto de tantos,
e eu covarde
a esperar que limpasses toda a gala
que por teu corpo e alma ainda resvala,
e chegasses, intata, renascida,
para travar comigo a luta extrema
que fizesse de toda a nossa vida
um chamejante, universal poema.
Carlos Drummond de Andrade

domingo, 19 de julho de 2009

Ejaculação precoce


A Ejaculação Precoce ou Prematura (EP) é um dos problemas sexuais mais freqüentes nos homens e nos casais, sendo responsável por 40% das queixas encontradas em consultório de terapeutas sexuais. Acontece que a EP é um lugar comum na juventude, em encontros com parceiros novos ou após algum tempo de abstinência. Quando se estende pela maturidade e se torna presente em mais da metade dos encontros sexuais, torna-se, aí sim, um problema crônico e um Transtorno Sexual.
O que é uma ejaculação normal? Do ponto de vista do funcionamento físico, a ejaculação se faz em dois estágios. No primeiro há a expulsão efetiva do líquido seminal (sêmen) dos órgãos acessórios de reprodução - próstata, vesícula seminal e canal ejaculatório - para a uretra. No segundo estágio, há a progressão desse líquido por toda a extensão da uretra até o meato uretral, que é o orifício na cabeça do pênis por onde sai também a urina. Acompanha-se desse processo fisiológico uma sensação subjetiva de profundo prazer conhecida como orgasmo.
Por que ocorre a EP? Os adeptos de Darwin (evolucionista inglês que propôs a teoria da seleção natural - 1859) explicam que a EP seria uma forma antiga de defesa contra predadores.
Imaginem os primórdios da humanidade, onde havia centenas de perigos, sendo o "animal-ser-humano" muito frágil e pequeno frente aos riscos de seu meio ambiente!
Aqueles indivíduos que demorassem muito para ejacular nas suas parceiras estariam muito mais predispostos a deixar seu flanco aberto às agressões de inimigos e animais selvagens.
O ejaculador precoce tinha mais vantagens em terminar logo a inseminação e fugir, deixando também a "fêmea" escapar, para poder inseminar o maior número delas em menor tempo.
Desta forma estaria aumentando a probabilidade de propagação de seus genes.
Outras razões levantadas como causas da EP seriam:
*aumento anormal de sensibilidade da glande peniana,
*ansiedade frente ao desempenho sexual,
*inexperiência sexual,
*primeira experiência com parceira que tenha estimulado um coito rápido e
*culpa ou sentimentos negativos em relaçao à parceira.
*Raramente há um problema médico que explique a EP, como a prostatite aguda ou a esclerose múltipla. Na verdade, não existe uma única causa comprovada cientificamente de EP.
E tem cura? Existe tratamento, tanto medicamentoso quanto psicoterápico. A primeira linha de tratamento é a reorientação e a reeducação do homem ou do casal quanto à função sexual normal. Clareiam-se as situações em que se considera como "normal" o tempo de ejaculação mais curto ou insatisfatório (comum em jovens, com novos parceiros, ou após longa abstinência). Quando a EP se torna persistente, ou seja, aparece em mais da metade dos encontros sexuais, um tratamento mais específico se faz necessário.
A segunda linha terapêutica é o chamado tratamento cognitivo-comportamental. Constitui-se em uma série de exercícios e tarefas para serem realizadas em casa para controle do tempo de ejaculação. Seguem-se alguns exemplos meramente ilustrativos:
Técnica de distração
Durante o ato sexual, o homem é orientado a fixar o pensamento em alguma situação que o desligue de sexo, como em morte de alguém, ou em alguma mulher que não o agrada ou em contas bancárias. Assim que perceba que a ereção está se desfazendo, volta a se fixar na parceira. Deve usar essa distração, algumas vezes, para poder prolongar o tempo de penetração antes da ejaculação.
Técnica de compressão
O homem deve comprimir a base da glande (cabeça do pênis) por 4 a 5 segundos imediatamente após a primeira sensação de maior excitação. Com esse procedimento vai dificultar a entrada de sangue no pênis e retardar um pouco a ejaculação.
Técnica stop-start
Consiste em orientar o homem a ficar na posição superior à parceira para poder ter controle do movimento sexual. Deve iniciar a penetração e parar completamente os movimentos próximo ao momento de maior excitação. Pode usar a técnica de distração concomitantemente.
O objetivo destas tarefas é fazer o homem tomar consciência do momento que antecede o primeiro estagio de ejaculação, podendo voluntariamente controlar quando deseja ejacular, evitando frustração a ele e à parceira.
Pode-se combinar uma terceira linha de tratamento a esses exercícios: as medicações. Existe uma ampla gama de medicações que tem como efeito colateral o retardo do tempo de ejaculação. Tais drogas devem ser ministradas somente mediante prescrição médica criteriosa, pois possuem vários outros efeitos no organismo. Alguns deles, por exemplo, os antidepressivos tricíclicos são contra-indicados a pessoas com problemas de ritmo cardíaco. Algumas medicações tópicas (pomadas) à base de ervas ou anestésicos não foram comprovadas cientificamente como eficazes para o tratamento da EP.
De qualquer forma, esta disfunção sexual tem bom prognóstico, ou seja, apresenta bons índices de cura para a grande maioria dos indivíduos que procura orientação especializada. Geralmente, seis a dez sessões são suficientes para a melhora da vida sexual do homem e do casal.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Ejaculação Feminina

Já foi para cama com a amada, fez de tudo e no auge da coisa, jorrou como chafariz? Morreu de gozo e vergonha, pensando que tinha feito xixi sem querer? Confundiu-se, enrolou-se e reprimiu o que, ainda por cima, foi um de seus melhores momentos de prazer? Bom, então fez mal. De acordo com médicos e sexólogos, desde os anos 50, a ejaculação feminina é considerada um fato indiscutível pelo menos para algumas mulheres. Inclusive o que hoje se argumenta é que toda mulher é capaz de ejacular, variando apenas a quantidade de líquido expelido (de algumas gotinhas a verdadeiros jatos) relativa à capacidade de contração muscular de cada dama durante o orgasmo. E de onde vem essa fonte de prazer, você deve estar se perguntando. Vem de minúsculas glândulas, chamadas parauretrais, situadas na esponja uretral, também conhecida como Ponto G, tecido esponjoso que envolve a uretra (canal que conecta a bexiga ao exterior, por onde se faz xixi) e que faz parte do sistema clitoriano. Durante o orgasmo, contrações musculares expelem este fluido das glândulas parauretrais, por dois igualmente minúsculos ductos, localizados em ambos os lados do canal uretral, em pouca ou muita quantidade. Pesquisas realizadas no fluido expelido, de uma maneira geral, revelaram pouca uréia e creatinina, componentes da urina e bem mais glicose e ácido prostático fosfatoso, elementos semelhantes aos encontrados no sêmen. Assim, de posse dessas informações, as potentes ejaculadores que andavam se reprimindo e até fazendo cirurgias para incontinência urinária, com vistas a não molhar a cama ou a(o) parceira(o), sentiram-se menos constrangidas e passaram a soltar a franga (ou seria melhor dizer a rolha?).

AS PIONEIRAS NO ASSUNTO
Bom, o certo é que essa nova expressão de prazer (digo nova, por ser de recente discussão, pois até Shakeaspeare já falava nas “águas do meu amor”) deve muito de sua vinda à luz às médicas ligadas ao movimento feminista que, desde a década de setenta, passaram a redesenhar a anatomia do clitóris, demonstrando que sua parte visível (a glande) nada mais era que a ponta de um iceberg, cujo corpo possuía uma estrutura interna muito maior e mais complexa do que a sonhada pelos vãos tratados de anatomia tradicional. Foram elas que apontaram a esponja uretral, como responsável pela ejaculação feminina e, mais recentemente, esclareceram ser esta esponja parte do sistema clitoriano e não simplesmente um ponto ou região como indicado, na década de 50, pelo médico Ernest Grafenberg (1881-1957), a quem o ponto G deve o nome).
Além delas, outras pesquisadoras vêm aprofundando seus estudos sobre este órgão sexual feminino e lançando novas luzes sobre o assunto. Em 1998, a urologista australiana Helen O’Connell dissecou o clitóris de cadáveres de mulheres de várias idades, revelando que o corpo desse órgão de forma triangular, que se conecta à glande, é tão largo quanto à primeira junta do polegar, com dois braços de até 9 centímetros que adentram o corpo e terminam a apenas alguns milímetros das pontas da coxa. Entre esses braços, há, em cada lado da cavidade vaginal, dois bulbos, anteriormente chamados de bulbos do vestíbulo, por haverem sido considerados como partes da vagina, e que O’Connell agora quer denominar de bulbos do clitóris. A médica também afirma que, ao contrário da visão anatômica tradicional, o clitóris sim se conecta à uretra, rodeando-a em três lados enquanto um quarto lado se inserta na parede frontal da vagina. De fato, de acordo com O’Connell, os nervos cavernosos do clitóris se estendem ao longo das paredes do útero, da vagina, da bexiga e da uretra. Assim sendo, uma das aplicações, entre várias, dos estudos dessa médica, é a preservação da função sexual em mulheres que precisam ser submetidas a cirurgias na região pélvica, como retirada do útero, cirurgia para incontinência urinária e câncer na bexiga. Legal mesmo será comparar a visão de O’Connell e a das médicas feministas e ver no que elas diferem e no que acrescentam dados uma a outra a outra. Com certeza, após tanto tempo sem a atenção devida aos seus órgãos sexuais, as mulheres só têm a ganhar com essa comparação bem como com as novas descobertas sobre o tema que seguramente surgirão nos próximos anos.

LEVE A TOALHA PARA A CAMA
Enfim, embora, em algumas pesquisas com ejaculadoras, seus fluidos tenham apresentado mais elementos de urina do que de ejaculação, hoje a maioria das (os) entendidas (os) bota a mão no fogo pela verdadeira ejaculação feminina, fruto – repetindo – das glândulas parauretrais, situadas na esponja uretral, que pode ser sentida ao se inserir o dedo na parte da frente da vagina, pressionando na direção do osso púbico ou do monte-de-vênus. Além disso, de qualquer forma, é sempre bom lembrar que tem gente que também gosta de praticar o que as gringas chamam de watersports (esportes aquáticos) ou golden showers (banho dourado ou chuva dourada), práticas sexuais que envolvem urina de uma ou de outra forma. Saídas do armário sadomasoquista pela chegada da AIDS e pela necessidade da discussão de todas as práticas sexuais com vistas à prevenção, os watersports também passaram a ser citados nos folhetos de prevenção as DST para lésbicas, perdendo um pouco de seu caráter de tabu. Assim, seja por uma coisa ou outra, para alcançar ou intensificar o orgasmo, se for o seu caso, vale mais a pena perder a vergonha, achar uma companheira igualmente potente ou pelo menos compreensiva e simplesmente levar a toalha para cama.

Fonte: www.umoutroolhar.com.br

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Uma tarde quente na praia

Em janeiro, verão morno, um dia um pouco nublado, fui à Praia de Maromba em Cabo Frio. Já que estava passando alguns dias na casa de amigos. A praia estava deserta. Absolutamente deserta!O sol estava tímido atrás das grandes nuvens cinzas. Estava agradável, então resolvi caminhar um pouco para pensar na vida, que estava em mudanças favoráveis. Depois de caminhar por um tempo um homem, também sozinho. Ele estava tomando uma cerveja, sentado numa cadeira de praia ao lado de uma toalha. Ele olhava atentamente o mar e não notou a minha aproximação. Era mulato, cerca de 1,80, magro-gostoso, poucos ou quase nenhum pelo para serbem sincero pelo que me recordo. Uma boca que parecia deliciosa, um cavanhaquezinho safado que me deixou arrepiado na hora, já pensando o que aquilo faria ao passar por "certas partes" do meu corpo. Não pude deixar de notar um certo volume na sunga, o que já me deixou meio aceso. Eu estava só de sunga, com uma camiseta, boné e chinelos na mão. Parei a alguns metros de distância dele e me fiquei a observá-lo com mais atenção. Ele estava completamente absorvido em pensamentos e nem me notava ali, a menos de 10 metros! Eu já estava ficando indócil. E olhem que eu nem sabia se o cara "gostava" de algum lance. Teria que arranjar um meio de fazer contato, de qualquer maneira. Foi quando me ocorreu uma idéia! Apesar de estar correndo um vento até friozinho, o mar estar agitadíssimo e eu não estava com nenhuma vontade de tomar banho, só me restava uma alternativa. Ou isto ou fingir um tropeço e cair em cima dele, mas isto eu achei que seria demais. Fui até ele e perguntei se ele poderia "tomar conta das minhas coisas" para eu dar um mergulho. Papo mais idiota! Já que não havia mais NINGUEM na praia além de nós. Ele deu um sorrisinho maroto e disse: - Claro, coloque aqui perto da minha toalha. Seu nome é...? - Rafael. Perguntei na linha boca-olhos-boca-olhos, e o seu? - Anselmo. Agradeci com um sorriso e falei: - Valeu, Anselmo. Verei se consigo dar um mergulho. Assim fiz, colocando minhas roupas na toalha dele, fazendo questão de me abaixar de costas para ele, me oferecendo explicitamente, num ímpeto de sem-vergonhice que deixou-me assustado com tamanha safadeza! Fui até a água, deixei que a primeira onda molhasse meus pés (estava fria como o inverno de Nova York) e ensaiei um mergulho. Mas não tive coragem, fiz uma horinha na beira, molhei as mãos, as pernas para tirar a areia, brinquei um pouco com os pés na espuma e arrisquei uma olhada para trás, para ver se Anselmo estava prestando atenção. E estava! Já comecei a imaginar mil coisas, mesmo sem (até então) nenhuma indicação de que pudesse rolar algo. Desisti de fingir que ia tomar banho e voltei para buscar minhas coisas, na esperança de que ele puxasse um papo. Ele estava sorrindo e perguntou: - Não teve coragem de entrar, Rafael? - Não, Anselmo... A água está muito fria. - Eu reparei... - Reparou como? Você foi ao mar? - Não. (rindo) É que os biquinhos do seu peito estão arrepiados. - Que nada! – disse eu, passando o dedo no peito, constatando (para a minha vergonha) que estavam duros como pedra! - Aposto que estão, posso comprovar? – disse ele, com o sorriso mais sacana ainda. - Pode. – respondi. Ele se levantou e passou os dedos no meu peito, com tanta delicadeza que um arrepio percorreu meu corpo de cima a baixo, uma tontura chegou a fazer minha cabeça rodar. Seu rosto estava muito perto do meu, eu sentia o cheiro daquela respiração que era deliciosa e mais tonto ainda eu ficava. Ele não parou de me acariciar depois de comprovar o estado do meu peito, pelo contrario: continuou passando os dedos pelo meu peito, barriga, foi subindo até minha nuca. Eu abaixei a cabeça para facilitar o acesso e pude ver que o volume da sunga dele estava muito aumentado, deixando ver todo o formato de uma pica que prometia ser da melhor qualidade. Ele continuava a acariciar minha nuca, com gentileza e eu quase me contorcendo de prazer. Levantei a cabeça para olhá-lo nos olhos e ele aproveitou para puxar minha cabeça em direção a si, colando sua boca na minha e trocando comigo um dos beijos mais maravilhosos que eu já experimentei. Logo estávamos emaranhados um nos braços do outro, numa ardência de paixão que não via limites. Nossos corpos se colaram e começaram a se esfregar num ritmo frenético, nossas excitações se roçando e aumentando cada vez mais. A areia da praia formava um barranco, onde de cima, ninguém conseguia ver onde estávamos, aliado ao tempo feio, não havia ninguém num raio de quilômetros. Ele finalmente terminou de me beijar, afastou o meu corpo gentilmente do dele, admirando-o (o que também fiz) e abaixou minha sunga até o pé. Me virou de costas e me abraçou por trás, roçando seu cacete duro, ainda dentro da sunga, na minha bunda. Beijava e lambia meu pescoço, minhas orelhas, minha cabeça, me levando às nuvens. Eu me virei e comecei a acariciar seu pau duro por fora da sunga, e tratei de tira-lo para poder conferir direito aquela maravilha. E que maravilha! Uma pica morena, do jeito que eu mais gosto, com a cabeça bem torneada, o saco um pouco peludo, bem proporcional e, para a minha grata surpresa, a cabeça do pau do Anselmo soltava uma babinha deliciosa, deixando-a mais brilhante pela dureza e lubrificação. Não resisti e abocanhei aquele pedaço de carne que pulsava na minha boca, meu nariz quase encostando nos pelos, aquele cheiro de macho invadindo minhas narinas, me deixando inebriado de tanto desejo. Eu passava a cabeça do pau nos lábios, deixando-os bem melados, depois lambia, sentido um gosto maravilhoso. Anselmo gemia: - Vai, meu macho Loirim! Mama seu macho! Chupa essa pica que é sua! Gosta dessa babinha? - Adoro! – respondi, e brinquei: – É o meu doce predileto! E eu chupava, desejando ter uma garganta mais profunda para acomodar tudo aquilo, mais uma língua para acariciar mais, mais um par de dentes para morder mais. Anselmo não se agüentava de prazer e estava quase gozando com a minha chupada. Para não explodir antes da hora, não me deixou continuar. Me pegou pela cintura, me levantou, me beijou a boca demoradamente, para se acalmar um pouco. Me virou novamente de costa para ele e voltou a beijar e mordiscar meu pescoço e minhas orelhas. Então foi descendo com a língua pelas minhas costas até chegar na minha bunda, onde se demorou um pouco, beijando e mordiscando cada uma das "bochechas", deixando pequenas marcas, como que marcando o território que estava para ser explorado. Então, Anselmo me deitou na toalha, abriu minhas pernas e invadiu-me com sua língua, me levando ao delírio, chupando o meu cuzinho, enfiando a língua até onde conseguia, enfiando o dedo, primeiro um, depois dois, deixando o buraquinho bem relaxado e lubrificado. Foi subindo novamente e encostou a cabeça na entrada do cuzinho que já era dele e perguntou, com a boca colada ao meu ouvido: - Deixa eu meter em você, meu Loirim? - Claro, meu neguinho gostoso! Faz o que você quiser comigo. Sou seu, não percebeu ainda? - Então venha, meu macho loirim. Quero estar dentro de você, quero você pra mim! Que cuzinho gostoso, que putinho loirim você é... meu macho tesudo.... Então, Anselmo começou a me comer por trás, primeiro devagarzinho, só a cabeça, para eu ir me acostumando com aquela pica tão dura. Depois foi aumentando o ritmo, enfiando mais, até entrar tudo dentro de mim! Eu sentia aquela tora quente, pulsando dentro de mim e adorava cada minuto! Eu pensava em pedir para parar, mas Anselmo me calava com a sua boca, num beijo de cinema, me tirando todas as forças para negar. Anselmo estava muito excitado, metia a pica com vontade, me arregaçando de uma maneira que eu não sentia mais dor, só um prazer que não tinha mais tamanho! Ele metia tudo e tirava tudo, metia de novo e tirava de novo. Eu via estrelas cada vez que ele fazia isto. Ele não estava mais conseguindo se controlar e pediu: - Meu Loirim, eu não agüento mais, estou quase gozando! Posso gozar dentro de você, meu macho Loirim? Você goza comigo? - Claro, meu neguinho! Vamos gozar juntos! E explodimos num gozo delicioso, naquela praia deserta (que para a nossa sorte continuava assim, já que nenhum dos dois se lembrou mais de vigiar se chegava alguém), deixando o mar com inveja da nossa felicidade e do nosso prazer. Ficamos os dois abraçados, ainda, por um bom tempo, Anselmo ainda dentro de mim, eu sentindo seu pau relaxando como se estivesse em sua própria casa – e era verdade, meu cuzinho se tornou, naquela hora, na morada permanente do pau de Anselmo. Aos poucos, ele foi escorregando, até sair totalmente e ficar meio duro-meio mole, encostado nas minhas coxas. Eu me virei, beijei-o demoradamente e senti que o pau não iria amolecer direto, já estava dando sinais de vida novamente. Não perdi tempo, fui descendo a boca pelo peito de Anselmo, até chegar naquele pedaço de carne que tanto eu queria. Comecei a brincar com minha língua pela cabeça, indo de um lado para o outro. Rapidinho o pau já estava 100% duro de novo. Chupei até não sobrar nada da primeira gozada, sentindo ainda um pouco do gosto da porra que o meu macho me presenteou, sabendo que aquilo era só uma prova, que a maior parte eu já tinha guardado dentro de mim. Anselmo, então começou a respirar mais ofegante, sinalizando que estava gostando do carinho que eu dedicava à sua (minha) pica. Eu chupava com carinho e dedicação, e logo o seu pau já começou a soltar a tão gostosa baba, que me deixou cada vez mais louco de tesão. Eu passava a cabeça nos lábios, uma brincadeira que eu adoro fazer sempre, brincando como se fosse um sorvete de chocolate. Passava a língua pelo saco, pelas bolas, voltava ao pau, me divertindo e agradando meu macho. Enquanto eu me deliciava com o seu pau, Anselmo alisava a minha bunda, explorando com os dedos o meu cuzinho ainda melado com a sua porra que insistia em escorrer, apesar de eu fazer todo o esforço para não desperdiçar nenhuma gota. Eu chupava com vontade e calma, fazendo com que Anselmo ficasse cada vez mais excitado, deixando-o novamente em ponto de bala. Mas, agora, ele não está tão explosivo assim, então curte mais um pouco os meus carinhos. Então eu me viro e sento na cara dele! Ele me fode com sua língua. Eu deliro! Ele pede para eu parar, que não estava mais agüentando e eu não parava! Ia cada vez mais rápido, mas ritimado até que ele gozou, incrivelmente ainda uma quantidade bem generosa, enchendo a minha boca com aquela porra grossa, quente e saborosa, que eu engoli com o maior prazer, lambendo até a última gota, até que não saía mais nada. Voltei-me para o rosto de Anselmo e o beijei ardentemente, para dividir com ele o gosto daquele néctar que era o fruto da nossa paixão. Voltei-me para aquele pau delicioso e fui lambendo tudo o que ainda restava, deixando-o brilhando com minha saliva, e ele se revirando todo, pedindo para eu parar e eu não parava.. Até que o pau (ainda dentro da minha boca) começa a amolecer, devagarzinho. Nós dormimos, saciados, sonhando em acordar logo, e repetir tudo várias e várias vezes.
Conto original de Ralph Logan, com adptações de Nina Capucci. O mesmo foi autorizado pelo autor para postagem aqui.